"Livros que se abrem têm asas de borboleta."
Marcelo Soriano

" As fadas voam pelo jardim, abrindo e fechando os seus livrinhos de borboletas."
Marcelo Soriano

Borboletas são pensamentos inquietos que escapam para pegar um pouco de ar.
Cristina Menna Barreto

Tenho muitas borboletas na cabeça e, às vezes, elas saem para passear.
Cristina Menna Barreto





AS BORBOLETAS

PICOLÉ PRA MIM, PRA VOCÊ E PRO SEU ZÉ


Com este calor danado, nada melhor que um picolé para refrescar.
Que tal tentar fazer um agora?
Peça ajuda a um adulto e mãos à obra!


INGREDIENTES:

- 4 claras em neve


- 2 colheres (sopa) de açúcar


- 1 lata de creme de leite sem soro


- 1 lata de leite condensado


- Suco de 2 limões


- Raspas de 2 limões




MODO DE PREPARAR:

- Bater as claras em neve, acrescentar as colheres de açúcar.

- Deixar na geladeira por 1 hora.

- Acrescentar o creme de leite, o leite condensado, o suco de limão e as raspas de limão.

- Levar ao freezer ou congelador até endurecer.

- E agora é só saborear!



INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

Se quiser fazer de chocolate, é só substituir o limão por 2 colheres de chocolate em pó e raspas de chocolate meio amargo à gosto.

 
 











MEU MINICONTO DE NATAL

UM NATAL







Apesar das dificuldades financeiras da família,
Gabriel era uma criança feliz e esperançosa.
Neste ano, seu pai avisou:
- Não haverá ceia especial e muito menos
presentes de Natal!
Mas ele guardava a certeza de que, na noite de
Natal, Papai Noel lhe faria uma surpresa.
À noite, deitado, observava as estrelas por entre
as frestas das telhas de seu pobre casebre. E
conversava com elas. Falava sobre seu carinho
pelos pais, dos seus planos para o futuro.
Contava sobre o seu dia na Escola, o jogo de bola
com a molecada e sobre as vendas das cocadas
da vovó nas sinaleiras da Cidade. Sim! Ele
trabalhava duro, apesar da pouca idade.
Então chegou o Natal! Gabriel colocou sua
roupa de festa. A janta foi modesta, mas sua
mãe caprichou no tempêro.
Já era tarde e Gabriel estava colocando o pijama,
quando notou uma forte claridade vinda do céu.





Logo depois ouviu passos e barulhinhos
estranhos no jardim. Mesmo com receio
abriu a porta.
E.... era um lindo cachorrinho.





O menino não se conteve..  bateu
palmas, virou cambalhotas e gritou:
- Olha, mamãe! Olha, papai!
Vejam o que Papai Noel me trouxe!
Ele me trouxe o Tobias pra me dar muitas alegrias!






FIM





 

Aos que acreditam em um mundo mais fraterno e justo
UM FELIZ NATAL!

As Borboletas do Vinícius







AS BORBOLETAS

Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam
Na luz
As belas
Borboletas


Borboletas brancas
São alegres e francas.


Borboletas azuis
Gostam muito de luz.


As amarelinhas
São tão bonitinhas!


E as pretas, então . . .
Oh, que escuridão!

 
  Vinícius de Moraes

E DOMINGO TAMBÉM TEM POESIA!





O MENINO AZUL




O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.



O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
— de tudo o que aparecer.



O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.



E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.



(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)


Cecília Meireles




POESIA DE SÁBADO










O SOL


Tenho um Sol só meu
Feito de sonho e magia,
De cor amarela
E jeito engraçado :
- Quando é dia
Ele sorri e me espia.
- Quando é noite
Ele dorme e se esfria.


João de Deus Souto Filho






Oba! Amanhã é o dia da criança.








Uma pequena homenagem aos meus leitores.


Criança me lembra circo, balão, correria,
pipa, pião, doce, alegria.

Criança me lembra beleza, arco-íris, flor,
natureza, passarinho, amor, carinho.

Criança me lembra céu aberto, esperança,
paz, sol, fada, futuro,festa.

Criança me lembra  raio de luz, anjo...
criança me lembra o menino Jesus.


Cristina Menna Barreto









OLHA A POESIA DE SEXTA-FEIRA!

A PORTA
Vinicius de Moraes

Eu sou feita de madeira.
Madeira, matéria morta.
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.


Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho.
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado.
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira.
Eu abro de sopetão
Pra passar o capitão.


Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra,
É burra como uma porta.


Eu sou muito inteligente!


Eu fecho a frente da casa,
Fecho a frente do quartel,
Fecho tudo nesse mundo.
Só vivo aberta no céu!





 
 
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