"Livros que se abrem têm asas de borboleta."
Marcelo Soriano

" As fadas voam pelo jardim, abrindo e fechando os seus livrinhos de borboletas."
Marcelo Soriano

Borboletas são pensamentos inquietos que escapam para pegar um pouco de ar.
Cristina Menna Barreto

Tenho muitas borboletas na cabeça e, às vezes, elas saem para passear.
Cristina Menna Barreto





AS BORBOLETAS

SEGUNDA-FEIRA É DIA DE POESIA


O TOMBO

Cai-se de maduro,
de pé, ou de bunda,
de pé-na-bunda...
Caímos de mau jeito,
de cansados,
de exaustão,
fazendo graça e
com trejeito...
Há os que caem e se
levantam,
os que ficam ali deitados,
os que sentem vergonha
e os atrapalhados...

E a Estrela?
Ela ri ou pede ajuda,
Brilha forte ou
simplesmente
fica torcendo
pra gente:


- Levanta pra cair de novo!
- Levanta pra cair de novo!



Marcelo Melo Soriano




MAIS SOBRE AS BORBOLETAS

A borboleta dorme  sonha que o mundo  é um jardim, enorme!
  André Luis Gabriel
 





As flores são borboletas que resolveram descansar.
Cristina Menna Barreto



 
 

As borboletas são as pétalas sonhadas, pairando ao redor da flor.
Marcelo Soriano






ENROLE A LÍNGUA










... PARA DEPOIS TAGARELAR À VONTADE!


Os trava-línguas são pequenos textos, em prosa ou em verso, que desafiam o leitor. A repetição da mesma consoante cria um efeito denominado aliteração. Se forem ditos muito depressa, é quase impossível pronunciá-los sem tropeçar.
Além de serem um desafio educativo e lúdico para crianças de todas as idades, são bons exercícios de dicção nas escolas de teatro. Promovem a perspicácia, a concentração e a memória através do contato com a riqueza fonética das palavras.
Este tipo de texto insere-se na categoria das formas poético-líricas da literatura tradicional de transmissão oral, com notórias influências na atual poesia infantil.
Alguns dos trava-línguas tradicionais não têm outro significado senão o da dificuldade da articulação ou da repetição da mesma letra.

VAMOS TENTAR?















Um ninho de mafagafas
Um ninho de mafagafas
Com sete mafagafinhos
Quando o mafagafa gafa
Gafam os setes mafagafinhos.



 
 
 

 
 
 
 
 
O tempo perguntou ao tempo
Quanto tempo, o tempo tem
O tempo respondeu ao tempo
Que o tempo tem tanto tempo
Quanto o tempo o tempo tem.



 
 
 
 
 
 
 
 
 
"O pinto pia, a pia pinga. Pinga a pia e o pinto pia. Quanto mais o pinto pia mais a pia pinga.”

 
 
 
 






"O rato roeu a roupa,Do rei de Roma.
E a rainha, de raiva, roeu o resto."









"O sabiá não sabia. Que o sábio sabia.
Que o sabiá não sabia assobiar."









"Sabia que a mãe do sabiá não sabia que o sabiá sabia assobiar?"










O peito do pé de Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto, tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro.











 
 
 
 
 
 
"Três pratos de trigo para três tigres tristes!Três tigres tristes para três pratos de trigo."




 
 
 
 
 








A aranha arranha a rã.
A rã arranha a aranha.
Nem a aranha arranha a rã.
Nem a rã arranha a aranha.


 

 
“Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce?
– O doce que é mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce.”




 









DE TRÁS PRA FRENTE E DE FRENTE PRA TRÁS

Um palíndromo é uma palavra, frase ou
qualquer outra sequência de unidades
que tenha a propriedade de poder ser lida
tanto da direita para a esquerda como da
esquerda para a direita.
Num palíndromo, normalmente são
desconsiderados os sinais ortográficos,
assim como o espaços entre palavras.


EXEMPLOS: (PALAVRAS)

OVO, ELE, ALA, RIR, RALAR,
RELER, REVER, RADAR, ESSE,
SERES, SOCOS, SAIAS, SALAS,
MATAM, SOPAPOS, REVIVER.



MAIS EXEMPLOS: (FRASES)



SOCORRAM-ME EM MARROCOS!












O IVAN AMA NAVIO.








APÓS A SOPA.














O LOBO AMA O BOLO.














O GALO AMA O LAGO.














A GRAMA É AMARGA.












SUBI NO ÔNIBUS.









A ARARA RARA.











POESIAS DE INVERNO

CONVITE
Cristina Baridón


Quando fizer muito frio,
Faça chuva, neve ou granizo,
Vem comigo à minha casa
Quentinho está o meu piso.


Junto ao aquecedor,
Bebemos devagarinho,
Para aquecer alma e corpo,
Chocolate bem quentinho.


Brincaremos como cowboys,
Desenharemos com ceras
E contaremos um conto
De fadas e de princesas.


Quando tiveres um tempinho,
Não esqueças, estás convidado!
Anda, vem brincar comigo,
Eu sou índio e tu... soldado.






CANÇÃO DE INVERNO
Mario Quintana


"Pinhão quentinho!
Quentinho o pinhão!"
( E tu bem juntinho
Do meu coração...)


DORIVAL EM BUTIÁ

Dia 13 de maio estive em Butiá/RS participando do I SEMINÁRIO DE MEIO AMBIENTE, onde foi lançado o meu livro "DORIVAL E O AQUECIMENTO GLOBAL". Fiquei muito feliz e lisonjeada com o convite que recebi do INSTITUTO LATINO-AMERICANO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL BORBOLETA AZUL, que promoveu, juntamente com a Prefeitura de Butiá, este importante evento.Tive a oportunidade de conversar com crianças e jovens sobre a nossa preocupação com o futuro de nosso Planeta, sobre como podemos contribuir para tentar frear os processos de falta de água, inundações, desmoronamentos, furacões, etc.., sobre a importância da leitura em nossa vida e sobre o Dorival, é claro.
Conhecer Butiá e ter contato com pessoas tão hospitaleiras e simpáticas foi uma experiência muito agradável e positiva para mim. Agradeço ao convite e carinho recebidos.







MEUS MICROCONTOS

CHUVA DE VERÃO











Era uma linda manhã de verão.
O sol brilhava no céu azul e
a brisa soprava suave.
Os pássaros estavam alegres,
moviam-se no ar num vai e vem
sem fim. Tico-ticos, colibris,
saíras, bem-te-vis, corruíras
gorgeavam suas belas canções.
De repente... as nuvens
carregadas de raios e trovoadas
encobriram o sol e ...
o dia virou noite.
Era a Dona Chuva que chegava
à floresta, anunciando em alto
e bom som:
- Acabou a festa!






                O GATINHO FUJÃO




O gatinho preto andava muito
tristonho. Estava farto de ver
tanta maldade.
Nem de comer, não tinha mais
vontade. Uma casa cheia de teias,
caldeirões com poções fumegantes
eram cenas horripilantes.










Daí, um belo dia subiu
na velha vassoura
encantada da bruxa
feia e má ... e se foi para Bagdá.





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